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Homicídio em quiosque: homem é morto com vários disparos na Serra

Diogo de Araújo Rodrigues foi atingido por vários disparos, incluindo dois na cabeça; câmeras do estabelecimento podem ajudar a Polícia Civil a identificar os autores

Matheus Vix · Publicada em 07/10/2026, 20:21
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· Foto: Edição | Chatgpt

Este portal não publica imagens de violência explícita.

Um homem de 29 anos foi assassinado a tiros na tarde desta terça-feira (6), em um quiosque localizado na Rua Lavras, em Praia de Carapebus, na Serra. A vítima foi identificada como Diogo de Araújo Rodrigues.

O homicídio aconteceu por volta das 16h, em um estabelecimento situado em frente ao Clube dos Oficiais da Polícia Militar de Minas Gerais.

Segundo informações apuradas durante a ocorrência, Diogo foi atingido por diversos disparos de arma de fogo. A perícia encontrou ferimentos provocados pelos tiros, entre eles dois na região da cabeça.

No local do crime também foram recolhidos estojos de munições dos calibres .40 e 9 milímetros.

Capacete foi encontrado próximo ao corpo

Durante o atendimento da ocorrência, os policiais localizaram um capacete de motociclista próximo ao corpo da vítima. Apesar disso, nenhuma motocicleta foi encontrada nas imediações.

Familiares informaram que Diogo havia adquirido recentemente uma Honda CG 160 Start. A motocicleta, porém, não estava no local quando as equipes chegaram.

A presença do capacete e o desaparecimento da moto serão analisados pelos investigadores para ajudar a esclarecer o que aconteceu antes e durante o homicídio.

Câmeras podem ajudar nas investigações

O quiosque onde o crime aconteceu possui câmeras de videomonitoramento. As gravações poderão ser solicitadas pela Polícia Civil e analisadas para tentar identificar a movimentação no momento do assassinato.

As imagens também podem contribuir para esclarecer se os autores chegaram ao local de motocicleta, além de apontar possíveis rotas utilizadas na fuga.

Até o momento, a autoria e a motivação do crime não foram esclarecidas.

Vítima estava no Espírito Santo havia cerca de três meses

Natural de São Gonçalo, no Rio de Janeiro, Diogo estava morando no Espírito Santo havia aproximadamente três meses, conforme informações repassadas por familiares durante a ocorrência.

Durante as diligências, as autoridades também verificaram que havia um mandado de prisão em aberto contra a vítima, expedido pela Justiça do Rio de Janeiro.

O documento consultado pelas autoridades não apresentava, no trecho disponível, informações sobre o crime que teria motivado a ordem judicial. A existência do mandado, portanto, não esclarece, por si só, qualquer relação com o homicídio.

Polícia Civil investiga o caso

Equipes da Polícia Civil e da perícia estiveram no local para realizar os procedimentos necessários e recolher possíveis evidências.

Após a conclusão dos trabalhos periciais, o corpo foi removido. A investigação deverá buscar esclarecer a dinâmica do assassinato, identificar os responsáveis pelos disparos e descobrir a motivação do crime.

As imagens das câmeras do estabelecimento e outras informações levantadas durante as diligências poderão ser importantes para o avanço da investigação.

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